21.6.05
Melhor ambiente, Mais democracia
Nota: brevemente apresentaremos mais informações sobre esta iniciativa.
Aproximam-se as eleições autárquicas de 2005.
Os cidadãos que atribuem aos problemas ambientais e urbanísticos elevada prioridade – e são cada vez mais numerosos e de mais decisiva influência – não podem ficar indiferentes a momento tão relevante da vida cívica.
A Campo Aberto, Quercus, April, GAIA, NDMALO e Olho Vivo - associações não-governamentais - tem tido um papel activo, ao longo da sua existência, no que se refere ao debate público sobre as questões ambientais e urbanísticas do Noroeste de Portugal, e em especial da Área Metropolitana do Porto, com destaque para a própria cidade do Porto.
A forma como vierem a ser geridos os municípios na sequência dos resultados das próximas eleições autárquicas terá enorme importância para a boa ou má resolução dos problemas com que todos os dias se defrontam os moradores das nossas cidades e zonas rurais.
Estamos convencidos de que, para termos Melhor Ambiente, é indispensável Mais Democracia.
Porquê?
Porque não basta, para ser bom autarca, ganhar eleições democráticas. É absolutamente indispensável que, quem as ganhar, mantenha permanentemente ao longo do seu mandato uma atitude de abertura para com os munícipes, em diálogo constante, honesto e transparente com os cidadãos, as suas associações e correntes de opinião, sem crispações obsessivas e enquistamentos que apenas levam à cegueira e ao erro.
As associações de defesa do ambiente pretendem nesta ocasião promover o debate público entre os cidadãos atentos aos problemas da qualidade de vida e os diversos candidatos que se apresentam às eleições autárquicas de 2005. As pessoas querem saber o que pensam e tencionam fazer esses candidatos no que se refere a questões de importância decisiva para a vida quotidiana de toda a gente: espaços verdes, inclusive espaços para idosos e crianças, transportes públicos, habitação social, água e energia, ruído, resíduos, litoral e praias, rios. Sobre tudo isto têm frequentemente os cidadãos manifestado preocupações legítimas, muitas vezes sem receberem dos poderes municipais respostas à altura dos problemas.
À medida das suas possibilidades e das respostas que obtiver, pretendemos organizar no próximo mês de Setembro debates públicos com a presença dos principais candidatos em liça. Dadas as limitações de tempo e de recursos, os convites inicidirão sobretudo na Área Metropolitana do Porto. Espera-se assim poder realizar debates específicos em cada município da AMP, ou pelo menos nalguns deles, e evidentemente na própria cidade do Porto. Esperamos naturalmente que os candidatos correspondam ao nosso convite. A atitude de desprezo e arrogância que uma recusa exprimiria não seria decerto compreendida por muitos cidadãos, que retirariam provavelmente da ausência a conclusão de que os problemas ambientais e urbanísticos são subestimados pelo eventual ausente.
Aproximam-se as eleições autárquicas de 2005.
Os cidadãos que atribuem aos problemas ambientais e urbanísticos elevada prioridade – e são cada vez mais numerosos e de mais decisiva influência – não podem ficar indiferentes a momento tão relevante da vida cívica.
A Campo Aberto, Quercus, April, GAIA, NDMALO e Olho Vivo - associações não-governamentais - tem tido um papel activo, ao longo da sua existência, no que se refere ao debate público sobre as questões ambientais e urbanísticas do Noroeste de Portugal, e em especial da Área Metropolitana do Porto, com destaque para a própria cidade do Porto.
A forma como vierem a ser geridos os municípios na sequência dos resultados das próximas eleições autárquicas terá enorme importância para a boa ou má resolução dos problemas com que todos os dias se defrontam os moradores das nossas cidades e zonas rurais.
Estamos convencidos de que, para termos Melhor Ambiente, é indispensável Mais Democracia.
Porquê?
Porque não basta, para ser bom autarca, ganhar eleições democráticas. É absolutamente indispensável que, quem as ganhar, mantenha permanentemente ao longo do seu mandato uma atitude de abertura para com os munícipes, em diálogo constante, honesto e transparente com os cidadãos, as suas associações e correntes de opinião, sem crispações obsessivas e enquistamentos que apenas levam à cegueira e ao erro.
As associações de defesa do ambiente pretendem nesta ocasião promover o debate público entre os cidadãos atentos aos problemas da qualidade de vida e os diversos candidatos que se apresentam às eleições autárquicas de 2005. As pessoas querem saber o que pensam e tencionam fazer esses candidatos no que se refere a questões de importância decisiva para a vida quotidiana de toda a gente: espaços verdes, inclusive espaços para idosos e crianças, transportes públicos, habitação social, água e energia, ruído, resíduos, litoral e praias, rios. Sobre tudo isto têm frequentemente os cidadãos manifestado preocupações legítimas, muitas vezes sem receberem dos poderes municipais respostas à altura dos problemas.
À medida das suas possibilidades e das respostas que obtiver, pretendemos organizar no próximo mês de Setembro debates públicos com a presença dos principais candidatos em liça. Dadas as limitações de tempo e de recursos, os convites inicidirão sobretudo na Área Metropolitana do Porto. Espera-se assim poder realizar debates específicos em cada município da AMP, ou pelo menos nalguns deles, e evidentemente na própria cidade do Porto. Esperamos naturalmente que os candidatos correspondam ao nosso convite. A atitude de desprezo e arrogância que uma recusa exprimiria não seria decerto compreendida por muitos cidadãos, que retirariam provavelmente da ausência a conclusão de que os problemas ambientais e urbanísticos são subestimados pelo eventual ausente.


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