31.12.05
ALIADOS - actualização
- IPPAR trabalha ao domingo
- Praça da Liberdade- Porto
- Opinião # 23 -"Eu acredito em milagres... "
- Novo Índice - O IPPAR e os ALIADOS
- Opinião # 22 - «Civilização da Baixa:"O que está em causa não é só reinventar a Avenida, é falsificá-la"» -por Helder Pacheco
23.12.05
A ler
15.12.05
PARTICIPAÇÃO NA ACÇÃO JUDICIAL PELA SALVAGUARDA DA AVENIDA DOS ALIADOS E PRAÇA
«Deu entrada na segunda-feira, 12 de Dezembro, no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, uma acção popular, animada pelas associações APRIL, Campo Aberto e GAIA, contra a Metro do Porto e o IPPAR, com vista a suster, enquanto é tempo, a destruição em curso do conjunto Avenida dos Aliados e Praça da Liberdade. Iniciadas em Abril, e depois interrompidas durante meses, as obras foram retomadas na última semana de Novembro, com o arranque da calçada
portuguesa e a eliminação dos canteiros, tanto na placa central da Avenida como na própria Praça da Liberdade.
Desde o início do processo, em Março de 2005, que vários cidadãos e associações cívicas têm tentado travar esta desastrosa e cinzenta "requalificação": ora promovendo abaixo-assinados e reuniões públicas (ver), ora animando um fórum de discussão na internet (http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com), ora escrevendo a numerosas entidades (Presidente da Câmara do Porto, Provedor de Justiça, Comissário Europeu do Ambiente, Assembleia da República, IPPAR, Ministro das Obras Públicas, Ministro do Ambiente, Inspecção-Geral do Ambiente).
Os argumentos por nós esgrimidos são de duas ordens: afectiva, pois o bom senso recomenda que não se mexa no espaço público mais emblemático da cidade à revelia dos cidadãos; legal, alertando, fundamentadamente, para as graves violações da lei que minam todo o processo.
Embora as nossas razões nunca tenham sido cabalmente rebatidas, a verdade é que, com a honrosa excepção da Assembleia da República através da Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura, as várias entidades interpeladas se vêm enredando, voluntariamente ou não, num arrastado jogo do empurra que ameaça retirar qualquer efeito prático às conclusões a que venham a chegar. Face ainda à surdez intransigente dos projectistas e demais responsáveis, a via judicial é o nosso último recurso para salvar a Avenida dos Aliados e a Praça da Liberdade.
É o último, mas não é um recurso desesperado: os nossos argumentos são fortes e há bons motivos para estarmos optimistas. [Pode consultar-se um resumo dos principais pontos da acção judicial em http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/nos-jornais-futuro-da-obra-nos-aliados.html]
Se pretende juntar a sua voz à nossa e ajudar a preservar a memória da cidade, integre este Movimento e contribua financeiramente para os custos desta acção judicial. As associações não vivem no desafogo financeiro e o dispêndio inicial foi de cerca de 2000 euros.
As doações, no mínimo de 5 euros por razões burocráticas, podem ser feitas por transferência bancária para a conta da Campo Aberto ou por cheque à ordem da Campo Aberto.
- Dados para a transferência bancária:
conta CGD nº 0730035756103 / NIB 003507300003575610354
Enviar mensagem para aliados@campoaberto.pt (ou para o endereço postal da Campo Aberto) indicando a sua morada, o montante transferido e a data da transferência. NOTA: caso opte por transferência on-line por favor escreva "Aliados" no campo de referência.
- Os cheques devem ser enviados para: Campo Aberto -Apartado 5052 -4018-001 Porto
A todos os doadores será entregue recibo e garantida informação atempada sobre as decisões judiciais deste caso desde que nos seja facultado um endereço de correio electrónico ou uma morada postal.
Para assegurar toda a transparência deste processo, e a menos de pedido em contrário, divulgaremos publicamente os nomes dos doadores e os montantes doados no blogue dos ALIADOS ( http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/ ) .
Obrigado pela sua atenção.»
portuguesa e a eliminação dos canteiros, tanto na placa central da Avenida como na própria Praça da Liberdade.
Desde o início do processo, em Março de 2005, que vários cidadãos e associações cívicas têm tentado travar esta desastrosa e cinzenta "requalificação": ora promovendo abaixo-assinados e reuniões públicas (ver), ora animando um fórum de discussão na internet (http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com), ora escrevendo a numerosas entidades (Presidente da Câmara do Porto, Provedor de Justiça, Comissário Europeu do Ambiente, Assembleia da República, IPPAR, Ministro das Obras Públicas, Ministro do Ambiente, Inspecção-Geral do Ambiente).
Os argumentos por nós esgrimidos são de duas ordens: afectiva, pois o bom senso recomenda que não se mexa no espaço público mais emblemático da cidade à revelia dos cidadãos; legal, alertando, fundamentadamente, para as graves violações da lei que minam todo o processo.
Embora as nossas razões nunca tenham sido cabalmente rebatidas, a verdade é que, com a honrosa excepção da Assembleia da República através da Comissão Parlamentar de Educação, Ciência e Cultura, as várias entidades interpeladas se vêm enredando, voluntariamente ou não, num arrastado jogo do empurra que ameaça retirar qualquer efeito prático às conclusões a que venham a chegar. Face ainda à surdez intransigente dos projectistas e demais responsáveis, a via judicial é o nosso último recurso para salvar a Avenida dos Aliados e a Praça da Liberdade.
É o último, mas não é um recurso desesperado: os nossos argumentos são fortes e há bons motivos para estarmos optimistas. [Pode consultar-se um resumo dos principais pontos da acção judicial em http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/2005/12/nos-jornais-futuro-da-obra-nos-aliados.html]
Se pretende juntar a sua voz à nossa e ajudar a preservar a memória da cidade, integre este Movimento e contribua financeiramente para os custos desta acção judicial. As associações não vivem no desafogo financeiro e o dispêndio inicial foi de cerca de 2000 euros.
As doações, no mínimo de 5 euros por razões burocráticas, podem ser feitas por transferência bancária para a conta da Campo Aberto ou por cheque à ordem da Campo Aberto.
- Dados para a transferência bancária:
conta CGD nº 0730035756103 / NIB 003507300003575610354
Enviar mensagem para aliados@campoaberto.pt (ou para o endereço postal da Campo Aberto) indicando a sua morada, o montante transferido e a data da transferência. NOTA: caso opte por transferência on-line por favor escreva "Aliados" no campo de referência.
- Os cheques devem ser enviados para: Campo Aberto -Apartado 5052 -4018-001 Porto
A todos os doadores será entregue recibo e garantida informação atempada sobre as decisões judiciais deste caso desde que nos seja facultado um endereço de correio electrónico ou uma morada postal.
Para assegurar toda a transparência deste processo, e a menos de pedido em contrário, divulgaremos publicamente os nomes dos doadores e os montantes doados no blogue dos ALIADOS ( http://avenida-dos-aliados-porto.blogspot.com/ ) .
Obrigado pela sua atenção.»
Evento- Festa sem Fronteiras
.
Iniciativa de Ninguém é ilegal, SOS Racismo, Terra Viva, Espaço Musas, GAIA e 555.
«Queremos convidar toda a gente para participar na Festa Sem Fronteiras, que terá lugar dia 18 de Dezembro, Domingo, com concentração às 15h na Praça da República e continuidade na Rua do Almada no espaço 555 a partir das 15h30.
Mais que uma festa, o objectivo deste evento é ser também um Encontro, um local de debate, de partilha de ideias e de futuras colaborações entre várias associações, grupos e indivíduos onde se encontram alguns objectivos e valores em comum.
Terça, dia 13, às 21h30, haverá reunião sobre o evento no Terra Viva (Rua dos Caldeireiros, n.º 213 - à Cordoaria, junto da Torre dos Clérigos).
Se conhecerem animadores de rua, músicos, etc, que queiram animar a festa, não hesitem em divulgar. Assim como outras associações e grupos potencialmente interessados em participar. Participem e divulguem!»
Iniciativa de Ninguém é ilegal, SOS Racismo, Terra Viva, Espaço Musas, GAIA e 555.
«Queremos convidar toda a gente para participar na Festa Sem Fronteiras, que terá lugar dia 18 de Dezembro, Domingo, com concentração às 15h na Praça da República e continuidade na Rua do Almada no espaço 555 a partir das 15h30.
Mais que uma festa, o objectivo deste evento é ser também um Encontro, um local de debate, de partilha de ideias e de futuras colaborações entre várias associações, grupos e indivíduos onde se encontram alguns objectivos e valores em comum.
Terça, dia 13, às 21h30, haverá reunião sobre o evento no Terra Viva (Rua dos Caldeireiros, n.º 213 - à Cordoaria, junto da Torre dos Clérigos).
Se conhecerem animadores de rua, músicos, etc, que queiram animar a festa, não hesitem em divulgar. Assim como outras associações e grupos potencialmente interessados em participar. Participem e divulguem!»
10.12.05
ALIADOS - actualização
- Nos Jornais- "Futuro da obra nos Aliados está nas mãos do tribunal"
- Providências cautelares contra o IPPAR e a METRO enviadas para o Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto
- Relatório Final (da Comissão Parlamentar)
5.12.05
Revista AR LIVRE
Produzida por Edições Sempre-em-Pé, esta revista é da responsabilidade
Mais informação aqui.
«Subintitulada "ambiente, cultura e alternativas", esta revista tem um lugar inconfundível entre as publicações portuguesas dedicadas aos problemas de protecção da natureza e do ambiente. A abordagem é ao mesmo tempo exigente e interveniente mas também aberta e tolerante. A atenção aos problemas da cultura no contexto ambiental reflecte-se, por exemplo, na presença discreta mas frequente da poesia, em indicações relativas ao mundo da música e das artes, ou numa série como O sentimento da natureza na cultura portuguesa, que já abordou figuras como Camões, Teixeira de Pascoaes, Rodrigues Lobo, Antero de Quental ou, em breve, Sebastião da Gama. (...)»
«Subintitulada "ambiente, cultura e alternativas", esta revista tem um lugar inconfundível entre as publicações portuguesas dedicadas aos problemas de protecção da natureza e do ambiente. A abordagem é ao mesmo tempo exigente e interveniente mas também aberta e tolerante. A atenção aos problemas da cultura no contexto ambiental reflecte-se, por exemplo, na presença discreta mas frequente da poesia, em indicações relativas ao mundo da música e das artes, ou numa série como O sentimento da natureza na cultura portuguesa, que já abordou figuras como Camões, Teixeira de Pascoaes, Rodrigues Lobo, Antero de Quental ou, em breve, Sebastião da Gama. (...)»





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