25.1.06
SE QUERES A PAZ, CULTIVA A PAZ
30 de Janeiro: Dia Mundial de Mahatma Gandhi
No Dia 30 de Janeiro assinala-se, um pouco por todo o mundo, o Dia Mundial de Mahatma Gandhi em homenagem a esse grande mentor da Paz e Não-Violência, cujo assassinato ocorreu justamente nesse mesmo dia do ano de 1948.
A Campo Aberto - associação de defesa do ambiente e o GAIA - Grupo de Acção e Intervenção Ambiental, núcleo do Porto, associam-se a essa iniciativa não-governamental, independente, não-partidária, no âmbito mais geral da educação para a paz, a solidariedade e o respeito pelos direitos humanos. Convidam igualmente outras organizações não-governamentais portuguesas, particularmente as de defesa da natureza, da paz e dos direitos humanos, e os cidadãos em geral, a associarem-se a esta comemoração.
Para assinalar a data, convidamos pois todos os interessados para a sessão a realizar na sede de trabalho da Campo Aberto (Rua de Santa Catarina, 730-2.º andar direito, já perto do cruzamento com a rua Gonçalo Cristóvão, no Porto), na segunda-feira, 30 de Janeiro, às 21H30. Será em princípio projectado um documentário alusivo à questão da paz, seguido de um pequeno debate sobre o tema.
A filosofia e a metodologia da Paz e da Não-Violência, em grande parte inspiradas no exemplo vivo de Gandhi e em outras figuras como Henri David Thoreau, Tolstoi e Martin Luther King, foram, explícita ou implicitamente, adoptadas pela maioria das ONG (organizações não-governamentais) por todo o mundo, nomeadamente muitos dos grupos ecológicos e de defesa da natureza.
À máxima cínica e violenta que norteia a conduta das potências e dos estados («Se queres a paz, prepara a guerra», contrapomos, na esteira de Gandhi, a máxima oposta, que cremos mais realista e justa: «Se queres a paz, cultiva a paz». Paz entre as sociedades e as nações e no interior delas, mas também paz da humanidade com a natureza em vez da guerra sem quartel que actualmente transparece nas agressões das nações fortes contra as fracas e na destruição acelerada da natureza e dos seus sistemas vitais.
Em anexo, enviamos uma evocação da figura de Gandhi e da problemática actual da paz.
Contactos:
Campo Aberto:telefax 229759592
Gaia: a/c Pedro Jorge Pereira 934476236
GANDHI E A PAZ
Gandhi nasceu na Índia, Poorbandar, em 1869, e é considerado um dos principais expoentes do pacifismo e da luta não-violenta pelo respeito e realização dos direitos humanos e da justiça.
A pertinência de toda a sua mensagem adquire ainda maior valor no actual contexto de acentuado belicismo e violência a nível global, em que conflitos armados são desencadeados com a maior impunidade política e em que existem inúmeros indivíduos e grandes empresas a lucrar à custa desse negócio tão hediondo como é o do armamento e da guerra, enquanto milhares de pessoas, e populações inteiras, continuam a sofrer as consequências, longe da nossa vista e coração.
Particularmente grave, constituindo terrível ameaça para toda a humanidade, é a proliferação nuclear. O Instituto de Investigação para a Paz, de Estocolmo, calcula que existam no mundo aproximadamente 13 470 ogivas nucleares activas. Se se incluir o número de ogivas neste momento inactivas, esse número subirá para os 27 600.
Curiosamente, virada que está a nossa atenção para o perigo que representam as novas potências nucleares, tendemos a esquecer que é na posse de algumas das mais poderosas nações do mundo, auto-proclamadas estandartes da democracia, que essas ogivas se encontram, algo que é um tanto paradoxal dado o seu suposto comprometimento com os valores da paz e do desarmamento a nível mundial. Só uma política generalizada e multilateral de desarmamento nuclear, cujo exemplo terá que ser dado pelas potências que efectivamente detêm essas armas, poderá afastar o perigo, que é real, de outros Estados menos democráticos, ou até grupos privados, recorrerem à arma atómica.
O eixo central do pensamento de Gandhi é a Não-violência (Ahimsa) definida como: «A atitude de renúncia a matar e a causar danos aos outros seres por meio de pensamentos, palavras ou acções». Assim qualquer objectivo, por mais supostamente benéfico que seja (e infelizmente é sempre relativamente fácil inventar argumentos que possam «convencer» a opinião pública), não justifica o uso de meios violentos ou contrários à moral. E a guerra no seu essencial é imoral, cruel e um dos maiores horrores criados pela humanidade, que nunca poderá ser combatida se não for vista como o horror que verdadeiramente é.
O pacifismo gandhiano está escorado numa filosofia e numa prática de libertação individual e social, bem como na reforma e mudança das estruturas sociais que oprimem o homem. Hoje, mais que nunca, é importante assumirmos o seu legado e visarmos, a todos os níveis, a Paz e a Não-Violência como valores essenciais naquilo que nos define enquanto seres humanos e indivíduos, renegando, desse modo, qualquer forma de violência, seja ela praticada a nível institucional e político, com o recurso a exércitos e armamentos cada vez mais sofisticados e mortíferos, seja a nível individual, no nosso dia-a-dia e relacionamentos sociais.
No Dia 30 de Janeiro assinala-se, um pouco por todo o mundo, o Dia Mundial de Mahatma Gandhi em homenagem a esse grande mentor da Paz e Não-Violência, cujo assassinato ocorreu justamente nesse mesmo dia do ano de 1948.
A Campo Aberto - associação de defesa do ambiente e o GAIA - Grupo de Acção e Intervenção Ambiental, núcleo do Porto, associam-se a essa iniciativa não-governamental, independente, não-partidária, no âmbito mais geral da educação para a paz, a solidariedade e o respeito pelos direitos humanos. Convidam igualmente outras organizações não-governamentais portuguesas, particularmente as de defesa da natureza, da paz e dos direitos humanos, e os cidadãos em geral, a associarem-se a esta comemoração.
Para assinalar a data, convidamos pois todos os interessados para a sessão a realizar na sede de trabalho da Campo Aberto (Rua de Santa Catarina, 730-2.º andar direito, já perto do cruzamento com a rua Gonçalo Cristóvão, no Porto), na segunda-feira, 30 de Janeiro, às 21H30. Será em princípio projectado um documentário alusivo à questão da paz, seguido de um pequeno debate sobre o tema.
A filosofia e a metodologia da Paz e da Não-Violência, em grande parte inspiradas no exemplo vivo de Gandhi e em outras figuras como Henri David Thoreau, Tolstoi e Martin Luther King, foram, explícita ou implicitamente, adoptadas pela maioria das ONG (organizações não-governamentais) por todo o mundo, nomeadamente muitos dos grupos ecológicos e de defesa da natureza.
À máxima cínica e violenta que norteia a conduta das potências e dos estados («Se queres a paz, prepara a guerra», contrapomos, na esteira de Gandhi, a máxima oposta, que cremos mais realista e justa: «Se queres a paz, cultiva a paz». Paz entre as sociedades e as nações e no interior delas, mas também paz da humanidade com a natureza em vez da guerra sem quartel que actualmente transparece nas agressões das nações fortes contra as fracas e na destruição acelerada da natureza e dos seus sistemas vitais.
Em anexo, enviamos uma evocação da figura de Gandhi e da problemática actual da paz.
Contactos:
Campo Aberto:telefax 229759592
Gaia: a/c Pedro Jorge Pereira 934476236
GANDHI E A PAZ
Gandhi nasceu na Índia, Poorbandar, em 1869, e é considerado um dos principais expoentes do pacifismo e da luta não-violenta pelo respeito e realização dos direitos humanos e da justiça.
A pertinência de toda a sua mensagem adquire ainda maior valor no actual contexto de acentuado belicismo e violência a nível global, em que conflitos armados são desencadeados com a maior impunidade política e em que existem inúmeros indivíduos e grandes empresas a lucrar à custa desse negócio tão hediondo como é o do armamento e da guerra, enquanto milhares de pessoas, e populações inteiras, continuam a sofrer as consequências, longe da nossa vista e coração.
Particularmente grave, constituindo terrível ameaça para toda a humanidade, é a proliferação nuclear. O Instituto de Investigação para a Paz, de Estocolmo, calcula que existam no mundo aproximadamente 13 470 ogivas nucleares activas. Se se incluir o número de ogivas neste momento inactivas, esse número subirá para os 27 600.
Curiosamente, virada que está a nossa atenção para o perigo que representam as novas potências nucleares, tendemos a esquecer que é na posse de algumas das mais poderosas nações do mundo, auto-proclamadas estandartes da democracia, que essas ogivas se encontram, algo que é um tanto paradoxal dado o seu suposto comprometimento com os valores da paz e do desarmamento a nível mundial. Só uma política generalizada e multilateral de desarmamento nuclear, cujo exemplo terá que ser dado pelas potências que efectivamente detêm essas armas, poderá afastar o perigo, que é real, de outros Estados menos democráticos, ou até grupos privados, recorrerem à arma atómica.
O eixo central do pensamento de Gandhi é a Não-violência (Ahimsa) definida como: «A atitude de renúncia a matar e a causar danos aos outros seres por meio de pensamentos, palavras ou acções». Assim qualquer objectivo, por mais supostamente benéfico que seja (e infelizmente é sempre relativamente fácil inventar argumentos que possam «convencer» a opinião pública), não justifica o uso de meios violentos ou contrários à moral. E a guerra no seu essencial é imoral, cruel e um dos maiores horrores criados pela humanidade, que nunca poderá ser combatida se não for vista como o horror que verdadeiramente é.
O pacifismo gandhiano está escorado numa filosofia e numa prática de libertação individual e social, bem como na reforma e mudança das estruturas sociais que oprimem o homem. Hoje, mais que nunca, é importante assumirmos o seu legado e visarmos, a todos os níveis, a Paz e a Não-Violência como valores essenciais naquilo que nos define enquanto seres humanos e indivíduos, renegando, desse modo, qualquer forma de violência, seja ela praticada a nível institucional e político, com o recurso a exércitos e armamentos cada vez mais sofisticados e mortíferos, seja a nível individual, no nosso dia-a-dia e relacionamentos sociais.
15.1.06
Inauguração da sede- nos jornais
Campo Aberto inaugura sede - n'O Primeiro de Janeiro - 13 Jan 2006: «Cinco anos após ter sido constituída, a associação ambientalista Campo Aberto inaugura hoje a sua sede, na Rua de Santa Catarina. Na cerimónia haverá tempo para um pequeno balanço da actividade e para uma discussão informal sobre urbanismo (...)» - Reabilitar a Baixa não é tudo - n'O Primeiro de Janeiro - 14 Jan 2006:
«No debate sobre Urbanismo que marcou a inauguração da sede da associação ambientalista Campo Aberto o geógrafo Rio Fernandes contestou a “concentração desmesurada” em reabilitar a Baixa do Porto em detrimento de se ter esquecido os grandes aglomerados habitacionais. (...)» - Campo Aberto para queixas ambientais - noJornal de Notícias - 14 Jan 2006: «A pouco
mais de um mês de comemorar cinco anos de existência - o nascimento formal deu-se a 19 de Fevereiro de 2001 - a Campo Aberto, associação de defesa do Ambiente inaugurou a sua sede, no centro do Porto. No segundo andar, direito, do número 730 da Rua de Santa Catarina, a instituição encontrou, finalmente, um espaço para desenvolver as suas actividades.(...)»
7.1.06
CONVITE - Inauguração da sede da Campo Aberto: 14 de Janeiro
Caros/as Amigos/as
Ficam desde já convidados para a inauguração da sede da Campo Aberto, já no próximo sábado, 14 de Janeiro, das 15 às 20h
A Campo Aberto comemora, neste início de 2006, o seu 5º aniversário. Este é, sem dúvida, um tempo de balanço e de avaliação docaminho já percorrido. Mas queremos que seja também o momento de, comprudência e com entusiasmo, avançarmos para etapas novas, capazes dereforçar o trabalho associativo - para melhor cumprirmos os objectivos quedão sentido à própria existência de uma associação como a nossa.
Durante estes cinco anos, não dispusemos de uma sede de trabalho própria. Falharam repetidamente as tentativas de dispor de uma sede com apoio da autarquia. Decidimos, em última instância, assumir um risco financeiro não desprezível para uma pequena associação de escassos recursos como a nossa e alugámos recentemente uma sala em pleno centro do Porto, onde tivemos também que fazer algumas pequenas obras.
A nova sede da Campo Aberto está pronta e será certamente um instrumento para que trabalhemos mais e melhor em prol do ambiente e da natureza, e, portanto, da sociedade. Trata-se de um pequeno espaço, modesto mas digno, destinado a acolher a frequência de todos os sócios e dos que com as nossas causas se identificam.
O endereço: rua de Santa Catarina, 730 - 2.º andar direito, no Porto.
Assim, é com prazer que vimos convidar todos os sócios e todos os amigos da Campo Aberto, mesmo não sócios, para a «tarde de inauguração». A todos agradecemos que redifundam este convite aos amigos próximos. No próximo dia 14 de Janeiro, sábado, das 15 às 20 horas, no momento em que cada um, dentro desse horário, achar conveniente, o novo espaço espera a vossa visita. Haverá lanche, dois momentos musicais e uma curta conversa informal em torno do urbanismo, para a qual convidámos três reputadas personalidades (início previsto às 16h30).
O aluguer da sede e as despesas com a sua instalação e restauro significaram um grande esforço, também financeiro, para a associação - peloque solicitaremos um contributo solidário dos nossos associados e amigos. Quem de todo não possa estar presente, poderá também contribuir utilizando os dados em baixo.
Cinco anos passaram - e a Campo Aberto consolidou a sua intervenção,empenhando-se em batalhas cívicas significativas e fixando mesmo alguma doutrina em termos das questões ambientais e urbanísticas. Procurámos contribuir para uma corrente de opinião ambientalista ampla e unida no essencial, sem descurar a sua natural diversidade. Mas não se escondem as fragilidades nem as carências, que só poderão ser atenuadas através de uma maior participação de todos. Estamos certos de que o novo ano trará esse suplemento de ânimo e de solidariedade - porque faltatanto para fazer!
Aguardando a vossa presença dia 14,
Um Abraço Amigo pela Direcção
Bernardino Guimarães
-------------------------------------------------------
DONATIVOS
SIM! Embora não possa estar presente na inauguração da sede detrabalho da Campo Aberto no dia 14 de Janeiro de 2006, quero contribuirfinanceiramente para a viabilização da sede:
- Transferência Multibanco para o NIB 0035 0730 0003 5756 10354 (Nota importante: em caso de transferência Multibanco é imprescindível que nos avise de que a efectuou e qual o seu destino ("contributo para a sede") pelo email contacto@campoaberto.pt, pelo fax 229759592 ou por correio: Campo Aberto, Apartado 5052, 4018-001 Porto.)
- Transferência bancária via internet, colocando no espaço para descrição da transferência a palavra "Sede" (tal como no caso anterior, deverá comunicar-nos os seus dados para que possamos enviar-lhe o recibo e identificar a origem da transferência.)
- Cheque enviado para Campo Aberto, Apartado 5052, 4018-001 Porto (à ordem da Campo Aberto).
Será sempre emitido recibo do donativo e enviado a todos que nos indicarem o seu nome e morada.
Ficam desde já convidados para a inauguração da sede da Campo Aberto, já no próximo sábado, 14 de Janeiro, das 15 às 20h
A Campo Aberto comemora, neste início de 2006, o seu 5º aniversário. Este é, sem dúvida, um tempo de balanço e de avaliação docaminho já percorrido. Mas queremos que seja também o momento de, comprudência e com entusiasmo, avançarmos para etapas novas, capazes dereforçar o trabalho associativo - para melhor cumprirmos os objectivos quedão sentido à própria existência de uma associação como a nossa.
Durante estes cinco anos, não dispusemos de uma sede de trabalho própria. Falharam repetidamente as tentativas de dispor de uma sede com apoio da autarquia. Decidimos, em última instância, assumir um risco financeiro não desprezível para uma pequena associação de escassos recursos como a nossa e alugámos recentemente uma sala em pleno centro do Porto, onde tivemos também que fazer algumas pequenas obras.
A nova sede da Campo Aberto está pronta e será certamente um instrumento para que trabalhemos mais e melhor em prol do ambiente e da natureza, e, portanto, da sociedade. Trata-se de um pequeno espaço, modesto mas digno, destinado a acolher a frequência de todos os sócios e dos que com as nossas causas se identificam.
O endereço: rua de Santa Catarina, 730 - 2.º andar direito, no Porto.
Assim, é com prazer que vimos convidar todos os sócios e todos os amigos da Campo Aberto, mesmo não sócios, para a «tarde de inauguração». A todos agradecemos que redifundam este convite aos amigos próximos. No próximo dia 14 de Janeiro, sábado, das 15 às 20 horas, no momento em que cada um, dentro desse horário, achar conveniente, o novo espaço espera a vossa visita. Haverá lanche, dois momentos musicais e uma curta conversa informal em torno do urbanismo, para a qual convidámos três reputadas personalidades (início previsto às 16h30).
O aluguer da sede e as despesas com a sua instalação e restauro significaram um grande esforço, também financeiro, para a associação - peloque solicitaremos um contributo solidário dos nossos associados e amigos. Quem de todo não possa estar presente, poderá também contribuir utilizando os dados em baixo.
Cinco anos passaram - e a Campo Aberto consolidou a sua intervenção,empenhando-se em batalhas cívicas significativas e fixando mesmo alguma doutrina em termos das questões ambientais e urbanísticas. Procurámos contribuir para uma corrente de opinião ambientalista ampla e unida no essencial, sem descurar a sua natural diversidade. Mas não se escondem as fragilidades nem as carências, que só poderão ser atenuadas através de uma maior participação de todos. Estamos certos de que o novo ano trará esse suplemento de ânimo e de solidariedade - porque faltatanto para fazer!
Aguardando a vossa presença dia 14,
Um Abraço Amigo pela Direcção
Bernardino Guimarães
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SIM! Embora não possa estar presente na inauguração da sede detrabalho da Campo Aberto no dia 14 de Janeiro de 2006, quero contribuirfinanceiramente para a viabilização da sede:
- Transferência Multibanco para o NIB 0035 0730 0003 5756 10354 (Nota importante: em caso de transferência Multibanco é imprescindível que nos avise de que a efectuou e qual o seu destino ("contributo para a sede") pelo email contacto@campoaberto.pt, pelo fax 229759592 ou por correio: Campo Aberto, Apartado 5052, 4018-001 Porto.)
- Transferência bancária via internet, colocando no espaço para descrição da transferência a palavra "Sede" (tal como no caso anterior, deverá comunicar-nos os seus dados para que possamos enviar-lhe o recibo e identificar a origem da transferência.)
- Cheque enviado para Campo Aberto, Apartado 5052, 4018-001 Porto (à ordem da Campo Aberto).
Será sempre emitido recibo do donativo e enviado a todos que nos indicarem o seu nome e morada.


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